Não quero nem saber!
Eu me encontro neste exato momento, cuspindo fogo pelas ventas! Vou explicar melhor pra vocês:
Lá estava eu, em meu 8º semestre de Publicidade e Propaganda (sim! o semestre moleza, onde minhas aulas acontecem aleatóriamente), sendo mais uma vez liberado cedo. As 20h para ser mais exato. E me aproximando de meu carro, me deparo com um cena que, na boa, é pra dar angústia momentânea até em monge Tibetano, onde um Corsa véi fei0, trancava meu carro. Ok, o Código Internacional dos Folgados(CIFudeu) estabelece que: se você vai trancar alguém, ao menos deixe o carro solto. Mas não, o folgado da vez não leu o código pelo jeito. Então me resta o quê? Esperar e esperar.
E lá está o Dudz, sentado no capô do Corsa, aguardando alguém aparecer pra ouvir um monte. Porém, enquanto entrei no meu carro pra pegar um casaco - pra agüentar essa chuva fina e chata de Brasília - a infeliz aparece e de pronto, abre o carro no alarme. E eu, que não sou nem um pouco educado nessa horas, fiquei encostado em meu carro, encarando a catilanga.
- Vai sair? - Perguntou de forma infeliz a maldita.
- Não não… To aqui esperando porque é poético. Claro que vou sair!
E aí, ela me disse aquilo que eu queria ouvir, mas não dito com um sorriso e um aceno de mão froxa, como se estivesse tudo bem.
- Desculpa viu?
- Desculpa é o caralho, tira essa merda logo! - Sim, eu podia ter sido mais educado, mas não fui e foda-se.
- Ah, que isso… Fui ali rapidinho!
Agora… Pra quê?! Pra quê que ela disse isso?!! “Fui ali rapidinho, nhé nhé nhé…” Pessoas, aprendam uma lição: numa situação como essa, onde você encontra alguém com seu automóvel atravancado por você - não importa como e onde-, o proprietário vítima COM CERTEZA não quer ouvir as palavras: “rapidinho”, “foi mal”, “nem demorei” e suas variáveis. Aquela pessoa, só que você saia, de cabeça baixa, sem dar nem um pio, pois você não merece o direito de se retratar. Você não leu o Código Internacional do Folgado, e não se encaixa no Artigo 26º, Parágrafo 2: “Todo folgado, respeitando as normas deste código em questão, têm o direito à desculpa malemolente e retratamento perante a sociedade, sem se obrigar de nenhuma explicação embasada ou fundamentada”.
Afinal, todo mundo faz, porquê eu não? Bom, eu vou explicar porque eu, Eduardo Carvalho, não sigo esse código. Eu não o sigo, porque eu não me inclúo nessa orda de gente. Eu não estaciono em fila dupla, não faço gato na rua, não me meto em buracos de estacionamento inventando minha vaga. E pra isso, eu sacrifico bons minutos de meu dia. Chego mais cedo aos lugares, pra não ter que estacionar na grama, nem no telhado, e não ter que me equiparar a esses manés. E por usufruir de menos tempo útil no meu dia, por chegar mais cedo e ficar a toa na faculdade, o que eu nada gosto de fazer, mas me orgulho por não ser mais um, que eu dou muito valor a essas horas que eu tenho pra mim. E hoje, as exatas 21h14, eu reclamei essa uma hora perdida a aquela otária. E o melhor que ela pôde responder foi: “Ah… Eu fui ali rapidinho”. Francamente…
É por isso que eu dou razão ao meu tio Chicão - Siciliano, CNH tipo D e grande - que sempre disse: “É por isso que eu não ando armado!”. E quer saber, tirem suas próprias conclusões sobre essa frase. Eu vou é embora.
P.S.: se você leitor(a) se encaixa no perfil de folgado, estacionando em fila dupla, fodendo com a vida dos outros, ao menos faça direito. Use camisinha e deixe o carro solto.
07 / Março / 2008 às 12:49 am
hiuSHIUAHSIuahsIUHASIUHASIUHIUSAIUHSIUHSAIUSHAIU
comédia!!!
vc não disse isso não, disse?
se eu vejo isso caio na gargalhada
huiashaiuSHiuashiuASHiusAhsuiAhiusahuisA
mas ngm merece esses folgados